Assembleia ordinária REBEL – 24 de novembro de 2018

CONVOCAÇÃO – ASSEMBLEIA ORDINÁRIA DA REBEL
QUANDO: 24 de novembro de 2018, 10h
ONDE: PUC-SP (rua Marquês de Paranaguá, 111)
Aproveite para acertar sua anuidade e votar na assembleia: http://rebel.org.br/pt/rebele-se/

EDITAL DE CONVOCAÇÃOEm nome da diretoria da Rede Brasileira de Estudos Lúdicos, convoco os associados a se reunirem em Assembleia Geral Ordinária, nos termos do artigo 14, parágrafo primeiro, do estatuto desta associação.

A assembleia ocorrerá no dia 24 de novembro de 2018, no campus Consolação da PUC-SP: rua Marquês de Paranaguá, 111 – Consolação, São Paulo, SP (prédio 2, sala de reunião da direção). Inicia-se às 10h com dois terços dos associados ou em segunda convocação, com qualquer quórum, às 10h30 no mesmo endereço. Deliberaremos sobre a ordem do dia:

1) Relatório de realizações REBEL 2018, incluindo o V Fórum Acadêmico de Estudos Lúdicos na PUC-SP.

2) Discussão e votação de propostas desenvolvidas pela diretoria para o FAEL, concernentes a patrocínio e condições de realização do fórum.

3) Valores da anuidade REBEL para 2019.

4) Apresentação e aprovação do balanço anual da associação.

5) Deliberação sobre plataformas editoriais da REBEL (informe mensal e revista acadêmica).

6) Debate sobre outros temas relevantes para a associação.

Os associados poder-se-ão representar por mandatários, observadas as restrições legais, munidos de procuração entregue à secretaria da assembleia.

São Paulo, 26 de outubro de 2018.

Ernane Guimarães Neto

Presidente da REBEL

Rebeldias do Mês – maio/2018

O campo lúdico ganha debate político

O ano de 2018 revelou um novo patamar do amadurecimento da indústria dos jogos eletrônicos: suas implicações políticas passaram a ser debatidas abertamente.

É claro que toda atividade social é política, mas foi na Game Developers Conference (19-23 de março, em São Francisco, EUA) que a discussão sobre sindicalização dos desenvolvedores de jogos ganhou força. Foi quando o movimento Game Workers Unite (www.gameworkersunite.org) apareceu na mídia internacional, denunciando as condições de trabalho dos desenvolvedores: jornadas longas, contratos precários etc.

Já existe a Associação Internacional de Desenvolvedores de Jogos (www.igda.org, com representação em algumas cidades brasileiras), fornecendo estatísticas e fóruns de desenvolvimento para os profissionais da área, porém a associação é acusada por alguns trabalhadores de melhor representar os patrões.

Mesmo que os resultados não sejam os mais auspiciosos, o debate aberto é um avanço, como pudemos ver no Brasil em outro caso de divergência política: a carta aberta ao Brazil’s Independent Games Festival, em abril. Desenvolvedores brasileiros questionaram a legitimidade do BIG por sua relação com a grande indústria (em oposição ao “independent” do nome) e pela falta de representatividade da comunidade indie na curadoria do evento.

A organização do festival (realizado não pelo poder público, nem por uma associação sem fins lucrativos, mas por uma empresa) poderia ter simplesmente ignorado o protesto, mas abriu canais de discussão, incluindo um debate que a REBEL pôde assistir. Mais uma vez, a melhor política revela-se na possibilidade de avançar civilizadamente em questões da pólis.

Uma das mesas-redondas do BIG deve evidenciar quanto, mesmo em campos como o do puro negócio, nossa vida é cheia de política: “Networking: aprecie com moderação“, 29 de junho, às 19h, terá participação do presidente da REBEL, Ernane Guimarães Neto, discutindo como trabalhar envolve uma rede de relações e interesses, que podem ser políticos no melhor sentido da palavra.

Outras participações da REBEL no BIG Festival

Alan Carvalho –  O coordenador dos cursos de Jogos Digitais na Fatec São Caetano do Sul e na Faculdade Impacta participa da mesa “Cursos de games e mercado de trabalho”. Dia 29 de junho, 20h.

Lucas Meneguette – Professor de Tecnologia em Produção Fonográfica na Fatec Tatuí, Lucas falará sobre “Como consegui meu primeiro trabalho na área de games”. Dia 30 de junho, 18h.

As mesas acontecerão em São Paulo, no Centro Cultural São Paulo (R. Vergueiro, 1000)

Que educação queremos?

Mário Madureira Fontes, vice-presidente da REBEL, conta como foi sua participação no evento ocorrido na associação Palas Athena

A proposta do encontro, no dia 21 de abril, foi desenvolver um texto sobre o que queremos para a educação no país, um documento que ajude no plano governamental das metas para a educação.

O evento foi realizado pela equipe da Oficina do Conviver (www.oficinadoconviver.com.br), que organizou a discussão em painéis. Cada participante escolheu o painel com que tivesse maior afinidade.

Um tópico que abordei, e que outros apoiaram, foi estimular os alunos para o desenvolvimento do pensamento crítico por meio da ludificação.

Calendário

Em maio, comemora-se o Dia Internacional do Brincar

19.maio – Joga REBEL. A sessão lúdica da REBEL acontecerá às 17h na casa do diretor Mário Madureira Fontes! Confira o endereço da jogatina no grupo de WhatsApp Associados Rebel ou entre em contato conosco.

28.maio – World Play Day. Celebrado pela Associação Internacional de Brinquedotecas (http://itla-toylibraries.org), o Dia Mundial do Brincar em 2018 tem como tema “free play”. Mais informações sobre eventos no Brasil podem ser obtidas com a Associação Brasileira de Brinquedotecas (http://www.brinquedoteca.org.br)

30.jun – Inscrição para o FAEL e o Concurso REBELDIAS. Inscrições até esse dia concorrerão a brindes, faça a inscrição antecipada de seu jogo, brinquedo, narrativa ou artigo científico! Inscreva-se em http://rebel.org.br/pt/fael/

 

#RebeldiasDoMes Número 2.

Participe: facebook.com/rebeludicos

Se ainda não é associado: rebel.org.br/rebele-se

Assembleia REBEL – 3.fev.2018

Assembleia REBEL – 3.fev.2018

Assembleia REBEL: dia 3 de fevereiro, às 10h, na PUC-SP (rua Marquês de Paranaguá, 111)

Tragam seus projetos lúdicos!

EDITAL DE CONVOCAÇÃO

Em nome da diretoria da Rede Brasileira de Estudos Lúdicos, convoco os associados a se reunirem em Assembleia Geral Ordinária, nos termos do artigo 14, parágrafo primeiro, do estatuto desta associação.
A assembleia ocorrerá no dia 3 de fevereiro de 2018, no campus Consolação da PUC-SP (rua Marquês de Paranaguá, 111  Consolação, São Paulo, SP  sala 201 do prédio 2). Inicia-se às 10h com dois terços dos associados ou em segunda convocação, com qualquer quórum, às 10h30 no
mesmo endereço. Deliberaremos sobre a ordem do dia:
a) Preenchimento de cargos em aberto: secretário da diretoria e dois conselheiros fiscais.
b) Escolha da sede do V FAEL.
c) Comunicação sobre a mudança de endereço da REBEL.
d) Debates e deliberações sobre outros temas relevantes para a associação.
Os associados poder-se-ão representar por mandatários, observadas as restrições legais, munidos de procuração entregue à secretaria da assembleia.

São Paulo, 15 de janeiro de 2018.

Ernane Guimarães Neto
Presidente da REBEL

A assembleia de fim de ano vem aí

Primeira assembleia ordinária da REBEL, 30 de janeiro de 2017

No domingo, 29 de outubro, temos um encontro dos associados da REBEL. Venha unir-se a nós!

 

EDITAL DE CONVOCAÇÃO

Em nome da diretoria da Rede Brasileira de Estudos Lúdicos, convoco os associados a se reunirem em Assembleia Geral Ordinária, nos termos do artigo 14, parágrafo primeiro, do estatuto desta associação.

A assembleia ocorrerá no dia 29 de outubro de 2017, na Ludus Luderia (rua Treze de Maio, 972, Bela Vista), iniciando-se às 16h30 com dois terços dos associados ou em segunda convocação, com qualquer quórum, às 17h no mesmo endereço. Deliberaremos sobre a ordem do dia:

a) Apresentação dos resultados alcançados, em especial no Rebeldias IV Fórum Acadêmico de Estudos Lúdicos;

b) Apresentação do Plano de Ação e Orçamento para o próximo ano;

c) Apresentação do Balanço e aprovação das contas;

d) Debates e deliberações sobre outros temas relevantes para a associação.

Os associados poder-se-ão representar por mandatários, observadas as restrições legais, munidos de procuração entregue à secretaria da assembleia.

São Paulo, 13 de outubro de 2017.

Ernane Guimarães Neto

Presidente da REBEL

2o Encontro Internacional GAMIFICA MUNDI

2o Encontro Internacional GAMIFICA MUNDI

Pá Falcão (*)
(*) Pá Falcão é a tecelã da rede Gamifica Mundi
5 de abril de 2017

Nos dias 20 e 21 de março foi realizado o 2º Encontro Internacional Gamifica Mundi. O encontro aconteceu no Centro Ecuestre Iyuptala, próximo a Montevideo, no Uruguai. Envolveu todos os membros da rede Gamifica Mundi e alguns convidados do Brasil, do Uruguai e dos Estados Unidos.

O primeiro dia foi de apresentação de trabalhos e o segundo dia de desenvolvimento de trabalhos. Claro que tudo isto sempre gamificado, num ambiente lúdico e descontraído.

Pela manhã contamos com a participação e experiência do prof. Raimundo Dinello, um dos mais importantes pedagogos do mundo e certamente o mais importante do Uruguai. O prof. Dinello é o criador da Ludocriatividade e da Pedagogia da Expressão e colaborador nas políticas educacionais do Uruguai, da França, da Argentina e do Peru.

Sua apresentação foi sobre como os jogos podem auxiliar em uma educação para a criatividade, não para a repetição. Contou de várias experiências e que o maior problema não são as crianças, são os professores que não estão preparados para trabalhar com jogos em sala de aula.

À tarde tivemos uma maratona de palestras estilo TED, em que membros da rede abordaram diversos assuntos voltados a jogos e gamificação.

Tivemos temas mais conceituais e teóricos, iniciando com Maria Adelaide Cardoso Vale Pires, que falou sobre “O Guia Definitivo da Diferença entre Jogo e Gamification” e eu, Pá Falcão, que falei sobre “Gamificando para um Mundo Melhor” e fechei o dia com “Os Jogos da Cartografia da Consciência”.

Falamos sobre jogos eletrônicos, com Vera Xavier conceituando o perfil dos jogadores hardcore e casual, Vivian Yamashita falando sobre as gerações dos videogames e Angela Siegert, diretamente da Califórnia via Zoom nos apresentando o porquê do sucesso de franquias como Zelda e Pokémon.

Falamos sobre jogos de tabuleiro, com Tiemi Yamashita, que nos contou um pouco sobre a história dos jogos e suas gerações, e Carlos Roberto Silva falando da eterna briga entre “eurogames” e “ameritrash”.

Além disso tivemos uma apresentação sobre esportes e gamification de Claudia Tannus e Celia Alexandra que falou sobre possibilidades de futuro, passando muito de leve em gamification.

Todos estes temas estão sendo reunidos em um e-book que será lançado brevemente.

No dia 21 trabalhamos sobre o conceito da Gamifica Mundi, uma rede internacional de gamificadores, e chegamos à conclusão que o que estamos fazendo está mais para “pós gamification” do que para gamification como metodologia de engajar e envolver pessoas. A Gamifica Mundi está mais interessada em ampliar a consciência das pessoas através de mecanismos de jogos. Elaboramos um “Manifesto da Pós Gamification”, que se encontra abaixo.

À tarde trabalhamos em dois projetos de gamificação que por enquanto são secretos, só para os membros da rede.

Saímos do encontro motivados e mais bem direcionados, com a certeza de que o nosso trabalho irá criar um futuro melhor para a humanidade, além de tornar nosso dia-a-dia muito mais divertido!

Manifesto da Pós Gamification

Era uma vez um planeta azul que vivia feliz em um braço distante da Via Láctea.

Um dia esse planeta começou a entristecer.

As pessoas que ali viviam tinham esquecido qual havia sido o motivo de sua existência ali.

Elas tinham perdido o propósito verdadeiro de sua aventura. Começaram a se perder ao acharem que tudo o que estava no planeta era delas, e não do próprio planeta. E continuaram perdendo este propósito ao se desconectarem da essência da vida.

Elas pensavam que precisavam produzir, comprar, centrar sua busca de felicidade nas coisas que podiam adquirir e criar no mundo da matéria, e então começaram a usar os recursos, os animais, as plantas e tudo o mais que existia para fazerem parte dessa enorme produção de coisas que lhes davam a ilusão de poder e de prazer.

Essa situação trouxe muita inquietação ao planeta e fez pensar nas forças internas que movem para o bem comum.

Ao mesmo tempo que o planeta e uma parte das pessoas pensavam no bem comum, outra parte cada vez mais estava imersa na inconsciência, focada em ter em vez de ser, querendo cada vez mais para si próprias e sem ligar para as consequências disto para os outros e para o planeta.

As pessoas estavam distraídas no meio de tantos programas, imagens, bens de consumo, coisas que davam prazeres efêmeros e que as mantinham numa espécie de sonho acordado. Imaginando que estavam vivendo, em realidade estavam imersas numa grande ilusão.

Os que percebiam tentavam mudar esta situação com palavras, livros, atos políticos e sociais. Mas não adiantava muito, já que a ilusão em que a maioria vivia era muito poderosa.

O planeta azul, após muita reflexão, fez a seguinte indagação: como engajar as pessoas neste mundo, através da diversão, cocriação e da magia interna do nosso intelecto criativo?

Isto chamou a atenção de seres evoluídos dos 4 cantos do universo que então resolveram confabular e encontrar a resposta para esta pergunta. Eles queriam ajudar a transformar a consciência do planeta azul, trazer questionamentos e torná-lo um planeta mais leve e prazeroso.

  • Se através das palavras e dos livros não foi possível, o caminho com certeza é outro. Qual é a linguagem que toda e qualquer pessoa é capaz de compreender na sua amplitude e essência?
  • Qual seria a maneira de encontrar a linguagem universal que pudesse ser entendida e percebida, sentida por todas as pessoas e também por outros seres viventes no planeta, que pudesse unificar e trazer essa consciência faltante?
  • Já há algum tempo os criadores da grande ilusão usavam jogos para manter as pessoas dormindo. Havia até um ditado: “Pão e Circo”.
  • Se os jogos eram eficientes para manter as pessoas nesse sono de inconsciência, seria possível que eles também pudessem ajudar as pessoas a despertar, a aprender a aprender, a ver, e a conectar o que realmente haviam proposto viver no planeta?

 

Os seres evoluídos começaram a inspirar pessoas que estavam acordadas, ou acordando, com alguns princípios básicos:

  • O primeiro deles era que os jogos que elas aprenderiam a jogar só seriam válidos se todos pudessem ganhar. E enquanto todos não tivessem muita clareza a respeito dessa premissa e não pudessem aprender a escolher compartilhar para esse ganha-ganha, não haveria possibilidade de passar de nível.
  • O segundo era de que qualquer jogo para acordar teria que estar conectado a um propósito maior, que servisse ao planeta também, além de servir as pessoas. Os seres contaram a quem estava ouvindo que isso se chamava “propósito espiritual”. Depois eles contaram para os ouvintes que, uma vez que eles pudessem experimentar esse propósito espiritual, eles poderiam começar a compreender como funcionavam as conexões entre todos os habitantes do planeta e, conhecendo esses segredos, poderiam começar a experimentar realmente o que é a felicidade de verdade, e não aquela ilusória baseada em na inconsciência geral das pessoas.
  • O terceiro era que os jogos, ou partes de jogos, poderiam acelerar o processo de criar consciência em quem estava dormindo desde que fossem muito legais para essas pessoas. Portanto, quem criasse os jogos deveria ter uma boa noção de que tipo de jogo seria poderoso o suficiente para acordar os jogadores. E que esse poder tinha que ser legal, desafiante, criativo, gostoso e adequado ao tipo de jogador.
  • O quarto seria de ter a visão que o jogo teria como fator intrigante a ampliação da consciência e do bem-estar coletivo.

 

Mas é importante fazer uma observação: como tudo nesse planeta é conectado, essa conexão traz a possibilidade de que quando uma pessoa despertar desse sono, todos também despertarão, cada uma a seu tempo.

Os seres evoluídos explicaram para as pessoas que tomar consciência é trazer claridade à realidade. O Universo realiza isso através da fotossíntese, com a qual cada árvore representa em nosso mundo um neurônio, e os bosques um pensamento.

Como humanos realizamos o mesmo processo através da consciência e da ação, ou seja, neste planeta nós somos os neurônios capazes de gerar uma rede de sinapses criando um pensamento que nos leva a ação transformadora.

Transformações profundas e divertidas rompem o paradigma vigente e estruturaram um novo paradigma: que o que as pessoas chamam de espiritualidade é o equilíbrio entre o individual e o coletivo, que a consciência é um processo reflexivo e de escolhas e a transformação é a ação.

Portanto, se as pessoas estiverem conscientes e acordadas, o planeta pode voltar a ser feliz e isto pode ser atingido através de jogos, ou partes deles, desde que não transformemos a vida em um cassino, mas aproveitemos as boas sensações de quando estamos jogando para expandir a nossa consciência e acordar.

Carlos Roberto de Moraes
Claudia Tannus de Mesquita
Maria Adelaide Cardoso Vale Pires
Pá Falcão
Vera Xavier
Vivian Yamashita

 

 

CCXP Tour acontece em Recife

A CCXP faz um tour de hoje a domingo, 13 a 17/04, pelo Nordeste, em Recife, que promete apresentar diversas atrações que vão deixar fãs e simpatizantes vidrados. A REBEL tá de olho!

Tom Pelphrey – Punho de Ferro

Composto pelas áreas de Cinema e TV, HQ e Livros, e Cosplay, a Comic Con Experience, CCXP Tour 2017, as atrações vão desde atores de sucesso por atuar em séries como Punho de Ferro, Sense8 e Big Bang Theory, a quadrinistas, youtubers e cosplayers conhecidos.

Jose Luis García López – Quadrinista

Haverá também sessões de autógrafos em livros de HQ no Artist’s Alley [beco do artista] e concurso de Cosplay.

Heidi Mae – Cosplayer